Insights
Análises sobre dados de fãs, streaming e o mercado de entretenimento no Brasil — para quem constrói carreiras de artistas e festivais.

Você vendeu todos os ingressos. E agora?
Por que os festivais brasileiros perdem seus fãs entre uma edição e outra — e como parar de começar do zero.

75% dos streams brasileiros são de artistas locais. Por que nenhum deles tem dados dos próprios fãs?
O Brasil reúne as condições mais favoráveis do mundo para construir uma relação direta com fãs: mercado em crescimento acelerado, lealdade excepcional e o WhatsApp como canal dominante. Quase nenhum artista está aproveitando.

Rock in Rio criou 216 mil playlists. A produtora ficou com zero.
Todo grande festival é um evento de dados. O Spotify sabe exatamente o que aconteceu com a audiência durante e depois do show. A produtora, na maioria dos casos, não.

2% dos seus ouvintes respondem por metade das suas vendas de ingresso
O Spotify chama de Super Listeners. Goldman Sachs estima que monetizá-los representa uma oportunidade de R$18 bilhões até 2035. Mas antes disso, você precisa saber quem eles são.

A próxima edição do seu festival começa hoje
Festivais que tratam sua audiência como ativo acumulável chegam à próxima edição com vantagem permanente. Os que não fazem isso começam do zero — de novo.

O Fan Data Audit esbarra na LGPD? Pelo contrário.
A pergunta aparece em quase toda conversa. A resposta honesta é que o maior risco de LGPD do artista não é o trabalho com dados — é a ausência dele.

Seu artista tem 5 milhões de seguidores. Você tem o contato de quantos deles?
Seguidores no Instagram e ouvintes no Spotify não pertencem à equipe do artista. Pertencem às plataformas. E o mercado está começando a agir sobre essa assimetria.