Você produz a experiência — e a plataforma fica com a audiência. No ano seguinte, você recomeça do zero. A gente constrói a camada de dados que faz cada edição compor sobre a anterior.
Quando a edição acaba, o dado do participante fica na Sympla ou na Ingresso.com — e o patrocinador quer mais do que "quantos foram".
e-mails de participantes que ficam com o festival depois do evento.
do dado de comportamento fica com a plataforma de ingresso.
das marcas citam medir ROI como o principal obstáculo no patrocínio.
"A plataforma de ingresso é o funil. O dado próprio é o ativo."
O dado do participante vira relacionamento próprio — e relacionamento próprio vira valor comercial que compõe ano após ano.
Ticketing, social, opt-ins de QR no local e WhatsApp num único perfil que o festival controla.
WhatsApp, e-mail e SMS segmentados por histórico de presença, cidade e tipo de ingresso.
Trocar "tivemos X pessoas" por dado comportamental verificado. Vira o festival numa propriedade de mídia.
Liderei conteúdo na Amazon Music e na Deezer — 2 dos 4 principais DSPs do Brasil — e fui sócio de agência para Rock in Rio, Universal e Sony. O mesmo método de sistemas invisíveis para momentos visíveis, agora aplicado ao dado do festival.
Um diagnóstico dos seus dados de participantes e um plano de ativação — pronto para a próxima edição. Sem compromisso.